sexta-feira, 4 de março de 2016

http://contatoalienigena.blogspot.com.br/2013/09/revelacao-anunnaki-descoberto-cidade.html
http://portalpesquisa.com/misterios/decodificando-as-ruinas-escondidas-na-africa-do-sul-descobrindo-o-verdadeiro-berco-da-humanidade.html

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Cientistas provam que existiu uma supercivilização na Terra antes da Humanidade

Os cientistas russos fizeram uma declaração sensacional: existiu na Terra uma civilização superdesenvolvida antes do aparecimento do homem na Terra.

Os cientistas russos fizeram uma declaração sensacional: existiu na Terra uma civilização superdesenvolvida antes do aparecimento do homem na Terra.

Os investigadores das regiões de Rostov e de Krasnodar chegaram a essa conclusão depois de uma descoberta única feita por um habitante da cidade de Labinsk. Quando pescava, Viktor Morozov descobriu uma pedra desconhecida, no interior da qual se encontrava ummicrochip, informa o jornal Mir Novostei.

Depois de analisar o “artefato” encontrado, os especialistas concluíram que ele pertenceu a uma civilização mais desenvolvida do que a humana, que viveu na Terra antes de nós.

A descoberta única conservou-se desde tempos antigos por ter estado “mergulhada” na pedra, explicam os cientistas.

Na véspera, no laboratório do Instituto Politécnico de Novocherkassk, região de Rostov, foi realizado, com os esforços da cadeira de geologia, um estudo para determinar a idade da descoberta. Constatou-se que a pedra anormal tem cerca de 250 milhões de anos. Este fato é uma prova da existência na Terra de uma civilização ultradesenvolvida muito antes do aparecimento do homem antigo. Provavelmente, nós só num futuro longínquo possamos atingir o nível de tecnologia por ele alcançado.


domingo, 12 de outubro de 2014

DESCOBERTA NA ÁFRICA RUINAS DE CIDADE ANUNNAKI DE 200.000 ANOS

Cidade Annunaki é descoberta no sul da África

O Editor e produtor Michael Tellinger fala sobre seu estudo de ruínas antigas no sul da África, sobre o que ele acredita que foram associados com uma civilização desaparecida, os Annunaki.

O Calendário de Adams é considerado, de acordo com Michael Tellinger, o mais velho feito de estrutura em terra. 
Ele está localizado no sul da África entre milhares de incrivelmente situados círculo de pedra e ruínas que possuem  cerca de 250.000 anos de idade. Solos e sedimentos cobrem algumas das pedras e alguns caíram com o tempo, mas eles ainda são visíveis.

Cada um dos círculos de pedra são exclusivamente concebidos e colocados astrologicamente alinhados, o que demonstra uma grande compreensão da Terra e das estrelas. 


As ruínas explicam que as pessoas que os construíram possuiam avançada tecnologia na agricultura, energia e ciência. Os círculos de pedra foram construídos como uma unidade ligada por canais de estradas e terraços agrícolas, abrangendo cerca de 447 milhas quadradas e poderia alimentar cerca de 50.000 pessoas.





A antiga civilização altamente avançada que projetou essas estruturas entendiam de fontes de energia natural produzidas a partir da terra, que a maioria das pessoas em nossa era moderna não tenham sequer ouvido falar. Eles entendem que o núcleo da Terra em si contém anéis como um sino, que produz energia.





Ao construir estes círculos de pedra, foram utilizadas algumas pedras que também continham anel como sinos e produziam uma energia especial.

Cada pedra foi colocado de acordo com o som que faz em relação ao outro, bem como a posição astrológica.
Um dos aspectos mais importantes das pedras e ruínas da África do Sul  é que eles foram colocados sobre uma enorme quantidade de minas de ouro. As pessoas que moravam na área de alguma forma entender que a abundância de ouro da terra que presidiu nesta área da África e eles desejavam ouro, por algum motivo extremamente importante.
Algumas  hipóteses sugerem   que é necessário o ouro da terra para a atmosfera de outros planetas e é por isso que a terra foi povoada em primeiro lugar. Acredita nisso ?
Os monólitos foram descobertos por Johane Heine, um piloto profissional.
Ele, então, começou a pesquisar esta ruína de pedra e convidou Michael Tellinger para ajudá-lo. Ao longo dos anos, eles fizeram descobertas fascinantes.

CALENDÁRIO DE ADÃO

Eles chamaram o círculo de pedra, “Calendário de Adão”, depois de Adão (o homem mais velho na terra). O calendário está no nome porque as pedras são colocadas a fim de acompanhar o movimento do sol, que lança sombras sobre as rochas. Ele ainda funciona perfeitamente hoje como um calendário.
Os monólitos estão alinhados com cada direção: norte, sul, leste e oeste, bem como os equinócios e solstícios. As três pedras no centro do círculo estão alinhadas com a formação de estrelas, Cinturão de Órion, assim como as grandes pirâmides de Giza, México e China. Parece que essa mesma civilização estava sendo guiada pelo mesmo conhecimento como as civilizações que construíram as  pirâmides  em todo o mundo sem comunicação que estão conscientes.

A descoberta mais recente e interessante dos círculos de pedra e Calendário de Adão são as freqüências sonoras das formações rochosas da terra abaixo deles. Com moderna
tecnologia , Tellinger e os cientistas foram capazes de detectar e medir freqüências sonoras incríveis com propriedades acústicas feitas de terra dentro dos círculos que conduzem eletricidade. Estas freqüências de som da terra sob as pedras são em forma de flores de geometria sagrada como elas  a superfície até o chão.
Eles também mediram campos eletrônicos de 200 metros de profundidade com um calor Celsius até 80 graus, tão quente como a terra do vulcão dentro do calendário Adams . Não existe uma explicação científica para isto,  porque não existe vulcão lá. A temperatura cai drasticamente quando medido a partir do lado de fora do círculo que também é inexplicável.
Será que Michael Tellinger faz a ligação física com a referência de Zecharia Stitchen ao “Abzu”? O certo é que muito terá que ser desvendado em torno deste mistério.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Basílica com 1500 anos descoberta sob as águas do Lago Iznik, numa província ocidental da Turquia


Uma igreja que remonta ao ano 500 dC foi descoberta sob as águas do Lago Iznik, na província de Bursa, na Turquia. 



professor Mustafa Sahin do departamento de Arqueologia da Universidade Uludag Bursa disse que os primeiros vestígios da igreja foram vistos pela primeira vez a 20 metros margem do lago, próximo de uma artéria da cidade e que desde essa altura se tem vindo a realizar escavações para obter mais informações sobre este antigo templo. 


Especialistas no período bizantino ainda estão a realizar algumas investigações arquivísticas para perceberem de que igreja efetivamente se trata. 

Neste momento apenas colocam como hipótese de estes vestígios estruturais serem as ruínas da basílica de "St. Peters Church", que foi mencionada em alguns livros cristãos. " disse Mustafa Sahin. 

Não se sabe exatamente quando a igreja foi construída, mas os arqueólogos colocam como hipótese cronológica as proximidades do ano 500 dC. Os detalhes da igreja serão dadas a conhecer dentro em pouco tempo, assim como os resultados das investigações até ao momento efetuadas.

Sítio arqueológico próximo de Roma pode ser maior que Pompéia


Um grupo de pesquisadores descobriu no sítio arqueológico de Ostia Antica, a 25,2 km de Roma, uma parte ainda desconhecida da antiga cidade, que seria maior do que Pompéia, destruída no século I por uma erupção do Vesúvio. 
A descoberta foi possível graças a um trabalho conjunto de autoridades e estudiosos italianos e de duas universidades britânicas (Southampton e Cambridge).

Foram encontrados torres, armazéns e parte da muralha de Ostia, permitindo aos pesquisadores reconstituir integralmente a sua planta. Por meio da técnica da magnetometria, que utiliza o campo magnético da Terra para investigar estruturas sob a superfície, os geofísicos conseguiram identificar os antigos muros enterrados, o traçado das ruas e as estruturas presentes no subsolo. 

"Sobre os muros, em intervalos regulares, se evidenciam grandes torres de 6 x 8 metros. Entre o rio Tibre e as muralhas os estudiosos identificaram pelo menos quatro grandes edifícios, dos quais três apresentam características similares àqueles já escavados em Ostia. O maior tem uma planta de 83 x 75 metros", disse a superintendente para os bens arqueológicos de Roma, Mariarosaria Barbera. o"> 

Ostia Antica foi uma cidade romana fundada no século IV a.C. 

Inicialmente, funcionou como um forte, mas logo ganhou importância como distribuidora de mercadorias pelo Mediterrâneo. 

Fonte: Uol notícias

Impressionante mosteiro do período bizantino foi descoberto em Israel


Um impressionante mosteiro do período bizantino foi descoberto em Hura no norte do deserto de Neguev, Israel, durante uma escavação arqueológica preventiva efetuada no âmbito da minimização de impactos arqueológicos de um empreendimento rodoviário. 



O Mosaico da Sala de jantar – Foto: AFP PHOTO / MENAHEM KAHANA.
A estrutura, que 20 × 35 metros, está dividida em salas construídas ao longo de um eixo leste-oeste, as mais notáveis das quais são a sala de oração e a sala de jantar, devido aos impressionantes mosaicos que foram encontrados ainda em muito bom estado de preservação.

Em particular a sala de oração é pavimentada com um mosaico caraterizado por um padrão vivo decorado de folhas e cores de azul, vermelho, amarelo e verde. O chão da sala de jantar apresenta um pavimento de mosaico colorido que exibe motivos florais, decorações geométricas, ânforas, cestas e até mesmo um par de pássaros.
Segundo Daniel Varga, diretor científico da intervenção arqueológica, este mosteiro, situado perto do assentamento bizantino de Horbat Hur, é um mosteiro que integra uma série de mosteiros situados ao longo de uma estrada que ligava a Transjordânia com Beer Sheva.
Os pavimentos de mosaico também incluem quatro inscrições com dedicatórias que revelam os nomes dos abades do mosteiro: Eliyahu , Nonus, Salomão e Ilrion, e as datas em que foram construídos.
Estas inscrições ajudaram a datar a estrutura, atirando com a cronologia do mosteiro para a segunda metade do século VI dC. Uma das inscrições é bilingue. Além do grego, há também uma inscrição em língua siríaca.
Na entrada para o mosteiro  foram  também detetadas quatro salas pavimentadas com um mosaico branco. Muito espólio cerâmico foi exumado durante  escavação, onde se incluem recipientes de armazenamento de grande porte como, por exemplo, diferentes tipos de ânforas, jarros, panelas e tigelas. Além da cerâmica foi também recolhido muito espólio vítreo atribuído ao período bizantino, bem como moedas.
Fonte: Jornal de Arqueologia